Cometem-se demasiados erros. Há quase sempre um novo mas basicamente cometem-se versões aproximadas de erros antigos, quando não repetimos e voltamos a repetir precisamente o mesmo. Conheces uns croquetes e ganhas-lhe gana. Fazem-te mal, fazem-te passar um mau bocado, aguentas dor de horas por prazer de minutos, mas que se foda, no dia seguinte voltas lá. Irresistíveis esses minutos, sendo que irresistíveis é uma boa palavra. Até novo entusiasmo; croquetes ainda melhores, mais irresistíveis, portanto. Sabes que te vão fazer o mesmo mal, que vais passar pelo mesmo, mas sempre mudas qualquer coisa. Processo de aprendizagem? Sim. Mas um processo filho da puta.
Verborreia insane ou delírio de farda azul, não sei. Se calhar até não passa de menstruação que sempre passa. Ou mesmo da colega de cara inchada. Bem ou mal explicado fica o conceito do regresso à casa que te quer bem, à casa onde regressas depois do erro. Perdão, dos erros. No fundo todos precisamos de uma casa onde regressar depois dos erros. Vocês são essa casa.
Verborreia insane ou delírio de farda azul, não sei. Se calhar até não passa de menstruação que sempre passa. Ou mesmo da colega de cara inchada. Bem ou mal explicado fica o conceito do regresso à casa que te quer bem, à casa onde regressas depois do erro. Perdão, dos erros. No fundo todos precisamos de uma casa onde regressar depois dos erros. Vocês são essa casa.
2 comentários:
...e até pode ser q te calhem uns croquetes pró caminho...e 1 mini claro!
e um abraço, claro...
Enviar um comentário